Para evitar que o óvulo fertilizado se implante, podem ser utilizadas pílulas contraceptivas orais de emergência, mifepristona oral e colocação de um anel contracetivo. 1) Pílulas anticoncepcionais orais de emergência: normalmente utilizadas, tais como os comprimidos compostos de levonorgestrel, o seu mecanismo consiste em alterar o ambiente intrauterino, de modo a que o desenvolvimento do revestimento uterino e o desenvolvimento do embrião fiquem dessincronizados, de modo a atingir o objetivo de impedir a implantação do óvulo fertilizado, sendo recomendada a sua toma no prazo de 72 horas após a fertilização. 2) Mifepristona oral: A mifepristona é um agente antiprogestogénico, que antagoniza a progesterona, o que prejudica a síntese da enzima de hidrólise da zona pelúcida, que não desaparece suavemente, pelo que o óvulo fertilizado não se implanta. 3) Colocação de um anel contracetivo: A colocação de um anel contracetivo na cavidade uterina pode ter um efeito tóxico direto sobre o óvulo fertilizado, impedindo assim a sua implantação. Se precisar de evitar que o óvulo fecundado se implante no útero, recomenda-se a utilização de medicamentos ou a colocação de um dispositivo contracetivo sob a orientação do seu médico e de acordo com a sua situação concreta.