A disfunção erétil causada pela hipertensão arterial deve ser controlada antes de se optar por medicação ou fisioterapia após um exame mais aprofundado no departamento de urologia.
A hipertensão arterial é definida como 3 medições da pressão arterial superiores ao normal sem a utilização de medicação anti-hipertensiva, ou seja, pressão arterial sistólica superior a 140 mmHg e/ou pressão arterial diastólica superior a 90 mmHg, e as 3 medições não são efectuadas no mesmo dia. A hipertensão afecta as pequenas artérias de todo o corpo, provocando o estreitamento do lúmen e acelerando a aterosclerose.
Quando a hipertensão arterial afecta as artérias penianas, o estreitamento das artérias penianas, a redução da congestão das artérias durante a ereção e o abrandamento do fluxo sanguíneo podem levar a uma ereção fraca. Nesta situação, é necessário ir primeiro ao departamento de cardiologia para regular o diagnóstico e o tratamento da tensão arterial elevada e controlar a tensão arterial a um nível razoável. Em seguida, dirigir-se ao departamento de urologia para verificar o nível de androgénios, o fluxo sanguíneo e vascular arterial do pénis e escolher a medicação ou fisioterapia adequadas.
Alguns medicamentos anti-hipertensores, como o antagonista do cálcio nifedipina, também podem causar disfunção erétil, que pode ser substituída por outros medicamentos anti-hipertensores sob a orientação de um médico.