I. Definição Desordem do Espectro do Autismo (ASD), ou Desordem do Espectro do Autismo (ASD) para abreviar: O autismo é uma desordem com uma base biológica, uma desordem congénita de desenvolvimento neurológico, não uma desordem psicológica, e não uma consequência de uma má educação parental. O tratamento de pessoas com autismo requer formação educacional e apoio vitalício. Não há medicamentos específicos disponíveis para tratamento. II. Epidemiologia do autismo Antes de 1985 era considerada uma doença rara com uma prevalência de 2-4 por milhão; depois de 1985 a prevalência aumentou gradualmente; desde 2000 os países têm reportado um aumento gradual na prevalência; – 2014, 1,5% nos EUA; – 2014, 2,6% na Coreia do Sul. III. Manifestações do autismo Perturbações da comunicação social. Inclui perturbações da interacção social, perturbações da comunicação verbal e não verbal; interesses estreitos e comportamentos estereotipados repetitivos; anomalias dos órgãos sensoriais. As principais manifestações são: falta de comportamento adequado nas fases iniciais e comportamento anormal nas fases posteriores! IV. Inteligência das crianças com autismo 1. 30-35% das crianças são mentalmente atrasadas, mais de metade são normais ou ultrapassadas; 2. excelente memória mecânica; 3. capacidades musicais, de desenho e artísticas; 4. interesses e capacidades na ciência, algumas têm capacidades especiais em uma ou várias áreas; 5. anomalias significativas na estrutura intelectual das crianças na gama normal da inteligência, normalmente PIQ>VIQ (Síndrome de Asperger normalmente VIQ> PIQ); V. Diagnóstico do autismo O diagnóstico do autismo pode ser baseado no DSM-V como critério. Não é difícil diagnosticar clinicamente o autismo com base em apresentações clínicas típicas. Contudo, não existem instrumentos específicos de diagnóstico laboratorial. A TC, RM, SPECT, PET, EEG, cromossomal e potenciais evocados são úteis para o diagnóstico diferencial. É importante notar: o autismo não precisa de esperar por um diagnóstico antes de uma intervenção precoce! Suave: a criança é consciente e activa na interacção social, mas tem défices significativos nas capacidades de interacção (requer algum apoio); Moderado: interacção social passiva e comunicação (requer apoio); Grave: pouca interacção social e comunicação (requer apoio e formação significativos).