Sempre a suspeitar que tenho SIDA.

A suspeita de ter SIDA é também chamada clinicamente de fobia da SIDA ou Aidsophobia. É causada principalmente por factores psicológicos, ou seja, o doente teve comportamentos sexuais de risco, não compreende os conhecimentos sobre a SIDA, não compreende a transmissão da SIDA, exagera invariavelmente a contagiosidade da SIDA e associa os seus próprios sentimentos aos sintomas associados à SIDA, o que resulta numa mente receosa. Suspeitando sempre da sua própria condição física, que é uma manifestação de SIDA, visitam repetidamente a clínica para exames, e até mesmo para medicação excessiva, o que tem um impacto grave nos doentes. O doente tem um medo, uma preocupação e um receio evidentes, por vezes acompanhados de sintomas de perturbação da função nervosa vegetativa, medo de sair e medo de contrair SIDA. Por exemplo, há sintomas relacionados com o pânico, a falta de ar, a transpiração e o rubor. Uma vez diagnosticada a fobia da SIDA, é necessária uma psicoterapia e medicação sistemáticas. A psicoterapia é sobretudo uma terapia cognitivo-comportamental, que ajuda os doentes a reconhecer os padrões cognitivos catastróficos e expandidos e a efetuar uma reconstrução cognitiva. O tratamento farmacológico, que consiste principalmente na aplicação de medicamentos ansiolíticos e antidepressivos, para um tratamento normalizado.