O reteste não invasivo precisa de ser refeito e, se o teste não invasivo for de alto risco, é necessário efetuar uma nova amniocentese sem retirar sangue.
1. reteste não-invasivo: o primeiro não-invasivo não teve um significado claro, precisa fazer reteste não-invasivo pela segunda vez, neste caso e pela primeira vez o mesmo exame de sangue.
2) Amniocentese: se, após o teste de ADN não invasivo, se verificar que o risco é elevado, o teste de ADN não invasivo simples é de alto risco, não se pode ter a certeza de que o feto sofre de anomalias cromossómicas, é necessário efetuar uma amniocentese para determinar com maior precisão se o feto sofre de anomalias cromossómicas. A amniocentese não requer a colheita de sangue, sendo o líquido amniótico extraído através de ultra-sons para determinar a localização da placenta e do feto, evitando a placenta e o feto.
A necessidade de voltar a colher sangue para a realização de um novo teste não invasivo depende do plano de testes individualizado do médico, com base na situação específica, para evitar erros de diagnóstico.