O método de ter um rapaz num único ano e dois meses é inexato e não tem qualquer base científica. O nascimento de um rapaz ou de uma rapariga depende do facto de o espermatozoide fecundado ter um cromossoma X ou um cromossoma Y, e o óvulo feminino só tem um cromossoma X, pelo que o espermatozoide X fecundado com o óvulo X se manifestará como XX e dará origem a uma rapariga, enquanto o espermatozoide Y fecundado com o óvulo X se manifestará como XY e dará origem a um rapaz. Por conseguinte, o nascimento de um rapaz ou de uma rapariga não tem nada a ver com a afirmação da monoeciosidade e da bimestralidade. Resumindo, um ano e dois meses não podem decidir se se vai ter um rapaz ou não, por isso não se deve prestar demasiada atenção ao sexo do feto, tanto os rapazes como as raparigas são os nossos próprios filhos, e devemos concentrar-nos na saúde do feto.