Os arrotos constantes podem ser causados por colecistite, gastrite crónica, úlcera péptica e outras doenças.
1) Colecistite: Durante os ataques agudos de colecistite, a excreção da bílis pode ser afetada, provocando indigestão, arrotos, náuseas e outros sintomas. Deve evitar-se a ingestão de alimentos gordurosos, condimentados e estimulantes e, se necessário, a ingestão de água, a descompressão gastrointestinal, a ceftriaxona e outros tratamentos com antibióticos e o tratamento cirúrgico.
2. gastrite crónica: a gastrite crónica está relacionada com a infeção por Helicobacter pylori, autoimunidade, etc. É comum haver desconforto epigástrico, refluxo ácido, arrotos e outros sintomas. Omeprazol, rabeprazol e outros inibidores da bomba de protões podem ser administrados para inibir a terapia ácida, e aqueles com infeção por Helicobacter pylori podem receber tratamento com omeprazol + claritromicina, amoxicilina + citrato de bismuto e potássio.
3) Úlcera péptica: a úlcera péptica está relacionada com medicamentos anti-inflamatórios não esteróides, infeção por Helicobacter pylori, etc., e pode provocar arrotos e outros desconfortos. O tratamento pode ser feito com omeprazol e outros inibidores da bomba de protões para inibir o ácido, com tratamento anti-Helicobacter pylori da infeção por Helicobacter pylori.
As pessoas que têm estado a arrotar sem alívio devem ir ao hospital para identificar a causa do tratamento sob a orientação do médico. Os medicamentos devem ser utilizados sob a orientação de um médico profissional e não devem ser utilizados de forma arbitrária.