Não existe uma forma mais rápida de aliviar a dor da colecistite, varia de pessoa para pessoa. A dor ligeira pode ser tratada com escopolamina, atropina e outros antiespasmódicos rápidos, a dor intensa pode ser tratada com petidina, ipecacuanha e outros analgésicos rápidos e, se necessário, com tratamento cirúrgico. A colecistite é uma inflamação da vesícula biliar causada por cálculos biliares, infeção bacteriana, obstrução da drenagem biliar, etc. Manifesta-se frequentemente como cólica abdominal superior direita após uma refeição completa ou ingestão de alimentos gordurosos, podendo também ser acompanhada de náuseas, vómitos, febre, iterícia e outros sintomas. 1. analgésicos antiespasmódicos: os pacientes com dor abdominal podem aplicar atropina, escopolamina e outros medicamentos anticolinérgicos para aliviar o espasmo e a dor abdominal. É de salientar que estes medicamentos podem provocar boca seca, palpitações, dilatação das pupilas, fala arrastada, irritabilidade, pele seca e febre, dificuldades urinárias, diminuição dos movimentos intestinais e, em casos graves, delírio, respiração profunda e rápida, coma. 2) Analgésicos: em caso de dores abdominais graves, pode aplicar-se petidina e ipecacuanha para aumentar o efeito analgésico. É de notar que os possíveis efeitos adversos da iproniazina incluem sonolência, visão turva, tonturas, zumbidos, erupção cutânea, dor de estômago ou sensação de desconforto gástrico e falta de reação. A petidina pode provocar tonturas, suores, boca seca, náuseas, vómitos, taquicardia e hipotensão vertical, bem como propriedades aditivas. Os doentes com colecistite devem dirigir-se atempadamente ao hospital, sob a orientação do tratamento do médico, o medicamento deve ser utilizado sob a orientação do médico, não deve ser tomado por conta própria.