Se o fio-guia do stent do enfarte do miocárdio não estiver aberto, pode recorrer-se à terapia trombolítica intravenosa e à cirurgia de revascularização do miocárdio.
1. terapia trombolítica intravenosa: consiste em dissolver o trombo fresco na artéria coronária através de medicamentos, de modo a reabrir o vaso sanguíneo e, assim, restaurar parcial ou completamente a perfusão sanguínea do miocárdio.
Verifica-se que, se a terapia trombolítica for realizada no prazo de 3 horas após o enfarte, a taxa de abertura dos vasos enfartados é relativamente elevada e a sua eficácia clínica é comparável à da intervenção intracoronária percutânea direta (ICP). A trombólise nas 3 a 12 horas seguintes ao início do enfarte não é tão eficaz como a ICP direta, mas pode ser benéfica. Os fármacos trombolíticos habitualmente utilizados incluem a uroquinase e a alteplase.
2) Cirurgia de revascularização do miocárdio: É adequada para doentes ineficazes no tratamento com fármacos após o enfarte e inadequados para a colocação de stent. A artéria mamária interna e a veia safena são frequentemente escolhidas como vasos de bypass.
Se ocorrer um enfarte do miocárdio, recomenda-se que se dirija ao hospital a tempo de receber tratamento precoce e regular.