A probabilidade de um caroço em forma de couve-flor ser cancro é relativamente elevada, superior a 90%, mas não há forma de determinar quanto é, e é preciso confiar na biopsia patológica. Outras lesões benignas, como a inflamação proliferativa, podem também parecer semelhantes a alterações do tipo couve-flor, pelo que o diagnóstico de cancro não pode ser feito com base em alterações do tipo couve-flor. Uma massa em forma de couve-flor cancerosa pode ser frágil e sangrar facilmente na biopsia, e a patologia pós-operatória é a base para o diagnóstico. Se for inflamatória, a patologia da biópsia pode sugerir uma lesão benigna, que pode requerer cirurgia com tratamento anti-inflamatório. Além do cancro em forma de couve-flor, existem também úlceras induzidas, que são lesões ulcerosas malignas, tais como úlceras gástricas e cólicas, etc. A biopsia patológica também pode confirmar o diagnóstico de cancro.