A principal função da imunoglobulina humana é a prevenção do sarampo e pode ser utilizada em combinação com antibióticos para aumentar a eficácia do tratamento de determinadas infecções bacterianas ou virais graves. As injecções de imunoglobulina humana são uma imunoterapia passiva. Envolve a administração de grandes quantidades de anticorpos contidos na imunoglobulina ao recetor para que este passe de um estado de baixa ou nenhuma imunidade para um estado transitório de proteção imunitária. Uma vez que os anticorpos interagem com os antigénios para neutralizar diretamente as toxinas e matar bactérias e vírus, a imunoglobulina tem um papel na prevenção de infecções bacterianas e virais. Podem ocorrer reacções adversas, tais como vermelhidão, inchaço ou dor no local da injeção, febre, erupção cutânea e urticária num pequeno número de doentes com a utilização de imunoglobulina humana, mas os sintomas geralmente desaparecem por si próprios e não requerem tratamento especial. Além disso, está contraindicado em doentes com hipersensibilidade conhecida aos ingredientes contidos na imunoglobulina humana, em doentes com deficiência selectiva de IGa que tenham anticorpos IGa, e a utilização do medicamento em mulheres grávidas e lactantes não é clara. Se precisar de utilizar imunoglobulina humana, consulte um médico profissional e siga as instruções do médico para uma utilização racional da medicação.