Não é invulgar que as orelhas se movam.
Os mamíferos são capazes de utilizar os músculos do ouvido para mover as orelhas exteriores e receber ativamente estímulos sonoros aéreos de diferentes direcções do mundo exterior, detectando assim alterações no ambiente, atividade alimentar e ameaças de predadores. Quando no processo de atividade do ouvido externo, como a deteção de qualquer som ambiental subitamente alterações anormais, vai ficar aurícula, a fim de reforçar a função de rádio.
De acordo com a teoria da evolução de Darwin, presume-se que os seres humanos evoluíram a partir de mamíferos primatas. Após um longo período de desenvolvimento evolutivo nos seres humanos, a necessidade de aplicar a atividade do ouvido externo para captar fontes sonoras externas diminuiu gradualmente, resultando num enfraquecimento dessa atividade do ouvido, o que levou a um enfraquecimento dos reflexos neurais associados e à atrofia muscular, que já não é uma caraterística da maioria dos seres humanos de hoje.
Num pequeno número de pessoas, a função do movimento da orelha pode ser preservada devido a factores genéticos, ou devido a mutações genéticas e ao fenómeno da ancestralidade, alguns dos músculos à volta da orelha para aumentar a capacidade de movimento, resultando no desempenho do movimento da orelha, o que não é raro na população, o que não é uma caraterística das doenças patológicas e, geralmente, não é necessário prestar-lhe especial atenção.