Electroencefalografia na doença do sono

  Um electroencefalograma (EEG) é um teste auxiliar moderno que amplifica e regista a bioeletricidade fraca do próprio cérebro como um gráfico para ajudar a diagnosticar a doença. O EEG desempenha um papel especial no diagnóstico da doença do sono e é um instrumento de diagnóstico definitivo para determinar se a doença do sono é causada por factores patológicos.       O EEG é classificado da seguinte forma: 1. EEG ligeiramente anormal O ritmo alfa é muito irregular ou muito instável, e a resposta de inibição de olhos abertos é ausente ou não significativa. As ondas beta de alta amplitude aparecem na região frontal ou em várias regiões. A actividade das ondas Q aumenta, com a actividade Q a predominar em algumas áreas, por vezes em todas as regiões. As ondas Q de alta amplitude aparecem após a hiperventilação.  2. EEG moderadamente anormal A frequência da actividade do segmento alfa abranda e desaparece, com marcada assimetria. A actividade Q difusa é predominante. A actividade paroxística das ondas Q está presente. Após a hiperventilação, ondas delta de alta amplitude aparecem em grupos ou aglomerados.  3. EEG Diffuse Q e δ predomina a actividade, com alta voltagem δ a actividade entre ondas lentas. o ritmo alfa desaparece ou abranda. Ondas paroxísticas δ aparecem. Aspecto espontâneo ou evocado de picos de alta amplitude, picos ou ondas complexas de picos baixos. Presença de actividade inibitória de rebentamento ou actividade de achatamento.