A possibilidade de realizar ou não uma cirurgia minimamente invasiva para defeitos do septo ventricular subcrestal é determinada pelo grau do defeito septal. A cirurgia minimamente invasiva é normalmente possível para defeitos do septo subcristal ligeiros, enquanto a cirurgia minimamente invasiva não é recomendada para defeitos graves. Os doentes com defeitos do septo subcrestal ligeiros, que têm um diâmetro pequeno e não envolvem válvulas, podem ser tratados com cirurgia minimamente invasiva. Os doentes com defeitos do septo subcrestal graves, que têm um diâmetro grande e podem causar desconforto, como aperto no peito, dispneia e dor no peito, não são normalmente candidatos a cirurgia minimamente invasiva, sendo normalmente necessária a reparação do septo com válvulas. Geralmente, os doentes devem ingerir mais alimentos ricos em proteínas, nutrientes e vitaminas durante o período de tratamento. Prestar atenção à prevenção da infeção, exercício ativo, aumentar a resistência do corpo, evitar a noite tardia e o stress mental excessivo. Os doentes com defeitos do septo ventricular subcristal devem procurar assistência médica se sentirem desconforto para evitar atrasos.