As complicações mais comuns após a ablação por radiofrequência incluem a recorrência de arritmias, lesões no local da punção, trombose e hemorragia. 1) Recorrência da arritmia: após a ablação por radiofrequência, forma-se uma área necrótica no local da ablação e uma área de edema inflamatório à sua volta. Se a lesão que causa a arritmia não se encontrar na área necrótica, mas sim na área de edema inflamatório, a arritmia voltará a ocorrer depois de a inflamação e o edema desaparecerem. 2) Danos no local da punção: a ablação por radiofrequência é um método de intervenção que requer punção vascular, podendo surgir hematoma, equimose ou mesmo pseudoaneurisma no local da punção. 3) Trombose: a ablação por radiofrequência requer punção vascular e, no processo de compressão após o procedimento, pode ocorrer trombose, com sintomas de isquémia do membro ou hematoma. 4. hemorragia: a ablação por radiofrequência, a fim de evitar a trombose, geralmente a administração oral de rotina de certos medicamentos anticoagulantes e antiplaquetários, estes medicamentos podem levar a uma tendência para hemorragias, tais como hemorragias gengivais, hemorragias nasais, etc. Os doentes com arritmias cardíacas tratados com ablação por radiofrequência devem dirigir-se a hospitais regulares e escolher cuidadosamente, sob a orientação de especialistas, para evitar consequências adversas.