O tempo de vida de um doente de 60 anos com cardiopatia congénita tem de ser avaliado de acordo com o estado do doente, o efeito do tratamento, a presença de outras doenças subjacentes, etc., e o período de sobrevivência esperado varia entre alguns meses e alguns anos. Se a doença cardíaca congénita do doente for ligeira e tiver pouco efeito na função cardíaca do doente, ou se a função cardíaca se mantiver bem após o tratamento cirúrgico e não existirem outras doenças subjacentes graves, o período de sobrevivência esperado é mais longo, podendo ir de alguns anos a mais de dez anos. Se a cardiopatia congénita do doente for mais grave, com pior função cardíaca apesar da manutenção da medicação diária, ou sem tratamento cirúrgico, ou em combinação com outras doenças sistémicas subjacentes, a sobrevivência do doente será mais afetada e poderá ser de apenas alguns meses a alguns anos. Para os doentes de 60 anos com doença coronária, recomenda-se que sigam as instruções do médico para tratar ativamente a doença, visitem regularmente o hospital para acompanhamento, tenham uma vida razoável, tomem medicação razoável e previnam infecções, de modo a prolongar o mais possível o período de sobrevivência do doente.