Os testes mais comuns são T3, T4, FT3, TF4 e TSH. T3 e T4 são hormonas da tiróide segregadas pela glândula tiróide, que se ligam às proteínas do soro sanguíneo mas têm de ser separadas das proteínas do sangue para funcionarem, pelo que medir as hormonas da tiróide livres FT3 e FT4 reflecte melhor a função da glândula tiróide. A TSH é uma hormona estimulante da tiróide secretada pela glândula pituitária, que actua como um expedidor do cérebro para regular o trabalho da glândula tiróide. Se houver menos hormona tiróide no corpo, ou seja, quando a glândula tiróide estiver hipotiroidária, a TSH aumentará, promovendo a produção de mais hormona tiróide pela glândula tiróide; pelo contrário, nos doentes hipertiroidianos, porque já há demasiada hormona tiróide no corpo, a TSH será reduzida a um nível muito baixo. Alguns anticorpos como TPO-Ab, TG-Ab e TR-Ab. Os doentes com inflamação crónica da tiróide precisam de ter os seus TPO-Ab e TG-Ab verificados, uma vez que reflectem o estado inflamatório do doente e, por vezes, após um período de tratamento, estes dois indicadores podem diminuir, mas geralmente não ao normal. Para doentes suspeitos de hipertiroidismo TR-Ab também deve ser verificado, as elevações anormais podem indicar hipertiroidismo primário. Para além dos 8 indicadores acima referidos, por vezes os médicos podem prescrever calcitonina (CT), tiroglobulina (TG) e hormona paratiróide (PTH) para diferentes pacientes, cujo significado deve ser analisado no contexto da condição.