O enfarte cerebral que provoca tonturas pode ser tratado com fluidos

As tonturas causadas por enfarte cerebral podem ser tratadas por perfusão, mas também devem ser tomadas medicações orais para evitar a recorrência.
O enfarte cerebral deve-se a uma obstrução localizada do fornecimento de sangue ao cérebro, à necrose isquémica e hipóxica das células cerebrais em alguns tecidos cerebrais, o que, por sua vez, leva a sintomas de deficiência neurológica. As tonturas são um sintoma comum no enfarte cerebelar ou no enfarte do tronco cerebral.
O principal objetivo da terapia de infusão após um enfarte cerebral é melhorar o fluxo sanguíneo cerebral e promover a recuperação da função neurológica. Na fase aguda, durante a janela temporal da trombólise intravenosa, a infusão de trombólise com alteplase pode ser utilizada para restaurar o fluxo sanguíneo cerebral e melhorar os sintomas de tonturas; pode ser combinada com tratamento sintomático com fármacos para melhorar a circulação e promover a recuperação neurológica, como ginkgo biloba, butilftalida, betaistina, citarabina e outros fármacos.
Além de medicação oral, como aspirina, clopidogrel e outros fármacos anti-agregação plaquetária; atorvastatina e outros fármacos estabilizadores da placa para prevenir a recorrência do enfarte cerebral.
Recomenda-se aos doentes com enfarte cerebral que procurem tratamento médico atempado sob a orientação de um médico profissional e que não o tratem cegamente por si próprios, o que pode ter consequências adversas.