Como é que trato o meu pé diabético?

  Pé diabético – Classificação de Wagner 1,2: A utilização de limpeza da mordidela e mudanças de penso evitará uma exacerbação ainda maior do pé diabético.  No pé diabético grave – Wagner grau 4-5, a gestão do leito de trauma é um processo em várias etapas: em primeiro lugar, o trauma deve ser totalmente exposto. As infecções sépticas agudas devem ser prontamente incisadas e drenadas; contudo, a maioria das infecções do pé diabético não têm sensação flutuante devido a vasculopatia grave. Uma vez que se torne evidente que existe infecção ou osso morto nos tecidos mais profundos abaixo do tecido subcutâneo do pé, a pele é incisada para expor totalmente o trauma. O trauma é dividido em preto, amarelo, vermelho e rosa, representando respectivamente as fases necrótica, exsudativa inflamatória, granulação e epitelização do processo de cura. As fases negra e amarela são principalmente tratadas com a terapia de mordiscar, que remove ou raspa a carga necrótica, carga bacteriana e carga patológica pouco a pouco sem danificar o tecido normal. Um ambiente húmido e húmido é sempre mantido na superfície da ferida durante as clareiras repetidas e repetidas para promover o crescimento do tecido de granulação e acelerar a epitelização da superfície da ferida. Diferentes medicamentos são aplicados topicamente, dependendo do período e trauma do pé doente.