E o TOC?

       A medicação pode aliviar a dor do TOC, o que não é adequado devido à gravidez. Muitos destes pacientes sofrem de ajuste psicológico da sua dor ainda funciona bem. É preferível uma reunião presencial, ou se for possível uma consulta telefónica. Dicas: demasiada pressa para interferir no ajustamento; tempo suficiente para o tratamento ou não é fácil entrar na mente; acções positivas e eficazes para ajudar a desviar as atenções das compulsões; esclarecimento das questões psicológicas por detrás delas (se houver).  Quando surgem sintomas compulsivos e medos que os acompanham, lembretes pessoais para “ignorá-los” e para chamar activamente a atenção para o que está actualmente a ser feito, como comer ou conversar durante as refeições, actividades que podem desviar a atenção da compulsão. É essencial manter uma vida plena em geral e participar adequadamente nesse trabalho ou noutras actividades. Recomenda-se a psicoterapia continuada, não por um curto período de tempo de cada vez.  Quando vêm as compulsões, é como cair numa poça de lama, repetindo acções em vão ou ainda mais profundas e profundas. Aprender e desenvolver uma nova abordagem positiva das compulsões é, portanto, uma das medidas mais importantes no tratamento das mesmas. É de notar que os pensamentos e comportamentos compulsivos mais severos têm um “mistério” por detrás e requerem uma psicoterapia profunda ou treino de competências. Muitas pessoas com TOC precisam de ajuda com medicamentos.