A imunoglobulina humana tem o efeito de aumentar a capacidade do organismo para combater a infeção e a imunomodulação, e os efeitos secundários dos medicamentos habitualmente utilizados incluem dores de cabeça, pânico, náuseas, arrepios, febre e mal-estar. A imunoglobulina humana é um medicamento preparado a partir de plasma humano saudável, contendo anticorpos IgG de largo espetro contra bactérias, fungos, vírus e outros agentes patogénicos, que podem aumentar rapidamente a capacidade do organismo para combater infecções e formar uma rede imunitária complexa, tendo assim um efeito imunomodulador, e é principalmente utilizado no tratamento da deficiência primária de imunoglobulina, da deficiência secundária de imunoglobulina e de doenças auto-imunes. O medicamento não tem geralmente efeitos adversos significativos, mas alguns doentes podem sentir dores de cabeça passageiras, pânico, náuseas, arrepios, febre, mal-estar e outros efeitos adversos. Deve ter-se cuidado no tratamento de mulheres grávidas e de mulheres que possam engravidar com este medicamento, e deve ter-se cuidado em doentes com perturbações graves do equilíbrio ácido-base. O tratamento com imunoglobulina humana está contraindicado em doentes hipersensíveis à imunoglobulina humana ou com antecedentes de outras alergias graves e em doentes com deficiência selectiva de IgA que tenham anticorpos anti-IgA. Os medicamentos devem ser utilizados sob a orientação de um médico. Recomenda-se que os doentes que necessitem de tratamento com imunoglobulina humana se dirijam aos serviços competentes do hospital habitual para uma consulta pormenorizada e não se automediquem.