A loratadina pode ser tomada uma semana após o início da gravidez e deve ser utilizada com precaução, sob a supervisão de um médico, sendo necessário recorrer ao aborto. A loratadina pertence aos medicamentos antialérgicos de uso corrente, que podem ser utilizados para o alívio rápido dos sintomas associados à rinite alérgica, tais como comichão e sensação de ardor nos olhos, espirros, congestão nasal, prurido nasal e corrimento nasal, bem como para o alívio dos sinais e sintomas de doenças alérgicas da pele (tais como doenças pruriginosas da pele, urticária crónica, etc.). A utilização do medicamento é proibida em pessoas alérgicas ao produto e deve ser utilizada com precaução em mulheres grávidas e lactantes, pelo que as mulheres grávidas de uma semana e que tenham utilizado a loratadina podem ter algum efeito no feto e as que tenham de o tomar podem, posteriormente, efetuar exames regulares de gravidez para detetar o desenvolvimento fetal e, se necessário, realizar um aborto. As reacções adversas comuns a este medicamento incluem dores de cabeça, sonolência, fraqueza, boca seca, náuseas, gastrite e erupção cutânea. A utilização específica do medicamento deve ser efectuada sob a orientação de um especialista e não deve ser utilizada sem autorização.