Há quatro tipos principais de cancro da tiróide, incluindo cancro da tiróide papilar, carcinoma folicular, carcinoma medular e carcinoma indiferenciado, sendo o cancro da tiróide papilar o mais comum na prática clínica, com uma elevada taxa de metástase nos gânglios linfáticos do pescoço, seguido do carcinoma folicular. O tratamento depende fortemente da cirurgia, sendo todos os tipos, excepto o carcinoma indiferenciado, insensível à radioterapia e à quimioterapia.
A abordagem cirúrgica é ainda controversa. Para o micro carcinoma papilar, é utilizada uma lobectomia com istmo, para carcinomas múltiplos, é necessária uma tiroidectomia bilateral total, e para o carcinoma folicular, é necessária uma tiroidectomia bilateral total, com metástases linfonodais no pescoço a serem limpas, mas para aqueles sem metástases linfonodais no pescoço, a limpeza profiláctica não é normalmente feita. A glândula tiróide deve ser tratada com tiroxina e supressão endócrina após cirurgia para cancro papilífero e folicular da tiróide para manter a função tiroidiana e prevenir a recorrência.
>p>A terapia com iodo131 pode ser retida se o tumor não tiver invadido o envelope da tiróide e não existirem metástases dos gânglios linfáticos; se o envolvimento dos gânglios linfáticos ou uma lesão tiver atravessado o envelope da tiróide, ou se forem encontradas metástases distantes, recomenda-se normalmente a terapia com iodo para remover eficazmente lesões residuais e metástases, especialmente nos cancros papilares e foliculares da tiróide.