Tenho retinopatia diabética e não quero ter tratamento com laser, posso?

  A resposta é não. A retinopatia diabética, é uma manifestação ocular da diabetes, que se desenvolve nos doentes num determinado momento. As principais manifestações são hemorragias no fundo, membranas proliferativas e áreas não perfundidas. Dependendo do estado do jardim, existem seis fases. As três primeiras fases são não-proliferativas e caracterizam-se principalmente pelo aparecimento de pequenas manchas hemorrágicas de edema e hemorragias pontuais. As três segundas fases são proliferativas e presentes com as membranas proliferativas funduscópicas vêem um grande número de áreas não perfundidas, a formação de proliferação neovascular e finalmente o aparecimento do descolamento da retina por tracção. Por conseguinte, a retinopatia diabética deve ser estritamente tratada com laser fundus antes da terceira fase após a diabetes subjacente ter sido controlada. Isto evita novas lesões do fundo e o desenvolvimento de doenças neovasculares que podem causar perda permanente da visão. No entanto, os benefícios superam as desvantagens porque, uma vez ocorrida a neovascularização, esta levará rapidamente à doença neovascular, que se pode manifestar como doenças secundárias, tais como cegueira hemorrágica e alta pressão intra-ocular, e eventualmente à perda de visão.  Por conseguinte, deve ser dada uma terapia de fotocoagulação precoce e selectiva da retina a laser. É necessário um controlo rigoroso da glucose no sangue e revisões oftalmológicas regulares para se conseguir um atraso na progressão.