A epilepsia é uma doença comum de descargas cerebrais anormais, com elevada incidência e alto risco. O início da epilepsia é muitas vezes imprevisível e pode ocorrer em qualquer lugar, a qualquer momento. Os pacientes frequentemente perdem a consciência, caem repentinamente no chão, têm os membros a contrair-se, espuma na boca, gritos e incontinência urinária, etc. Se ninguém estiver por perto, muitas vezes causa danos à segurança de vida do paciente. O tratamento certo é benéfico para os pacientes, e o tratamento errado prejudica os pacientes, então quais são os tratamentos errados comuns para a epilepsia? A primeira coisa que precisa de fazer é ter uma boa ideia daquilo em que se está a meter. O paciente vai ao médico com uma convulsão e toma alguns dias de medicação. A condição do paciente não é apenas um problema, mas também um problema para o paciente. 2. irregularidade nos medicamentos: uso indiscriminado de medicamentos anti-epilépticos sem diferenciar o tipo de epilepsia, doses demasiado grandes ou insuficientes de medicamentos, curso de tratamento demasiado curto ou redução demasiado rápida de medicamentos, combinação cega de medicamentos, falta de tratamento científico, a longo prazo, sistemático, e incapacidade do paciente de lidar atempadamente com efeitos secundários graves. 3, abuso da cirurgia: a cirurgia não é qualquer paciente com epilepsia que possa fazer, precisa de seguir rigorosamente os requisitos da cirurgia para seleccionar os pacientes. E os pacientes precisam de escolher um hospital regular, cirurgia regular, doença, muitas vezes facilmente enganada, tratamento errado, lesão do corpo, estado atrasado. Finalmente, para lembrar a maioria dos pacientes com epilepsia, epilepsia desde que o tratamento regular, científico e sistemático, é possível obter um grande efeito, ou mesmo obter uma não apreensão a longo prazo. É importante que os pacientes aprendam mais sobre epilepsia, compreendam mais sobre métodos de tratamento, escolham um hospital público, e usem sistematicamente medicação sob a orientação de um médico profissional. Normalmente, prefere-se “monoterapia” para reduzir os efeitos secundários dos medicamentos, e depois é dada uma combinação razoável de medicamentos se a condição o exigir. O curso do medicamento deve ser “adequado” e “lento” quando se avalia que pode ser retirado. Se a medicação sistemática não for eficaz, o tratamento cirúrgico está disponível. Focos epilépticos podem ser curados, mas nem todos os pacientes são adequados. Contudo, numa grande proporção de pacientes, o local do foco epiléptico não pode ser determinado, ou existem múltiplos focos, de modo que a ressecção não pode ser realizada. Então o que pode ser feito pelos pacientes que não estão a tomar bem a sua medicação e não são adequados para cirurgia? Existe agora um novo tratamento – a Terapia de Estimulação do Nervo Vagus, também conhecida como terapia VNS, que é um tratamento que melhora o padrão de disparo do cérebro ao estimular o nervo vago do lado esquerdo do corpo sem abrir o crânio, o que pode reduzir o número de convulsões e até mesmo controlar completamente a epilepsia em alguns pacientes, alterando o modo de tratamento anterior da craniotomia para remover os focos. Este método tem sido um tratamento activo para epilepsia refractária que não pode ser controlada por drogas.