Quando a tosse pulmonar obstrutiva crónica se agrava durante a noite, pode ser utilizada medicação e a oxigenoterapia pode ser realizada atempadamente, podendo ambas aliviar esses fenómenos. 1. medicação: para a tosse nocturna agravada pela doença pulmonar obstrutiva crónica, pode tomar broncodilatadores para expandir eficazmente os brônquios, como o salbutamol, o formoterol, etc., de modo a aliviar o fenómeno de obstrução respiratória ou tosse recorrente. Ao mesmo tempo, quando a tosse é demasiado violenta, também se podem tomar antitússicos para aliviar a irritação da membrana mucosa da garganta, como a codeína, o dextrometorfano, etc. 2) Oxigenoterapia: Os doentes com doença pulmonar obstrutiva crónica podem apresentar diferentes graus de dispneia e absorção insuficiente de oxigénio durante a respiração, o que estimula os sintomas de tosse recorrente durante a noite. Por conseguinte, uma oxigenoterapia adequada durante o dia ou antes de deitar pode satisfazer eficazmente as necessidades respiratórias dos pulmões. Se a tosse persistir sem alívio, é preciso estar alerta para a possibilidade de uma infeção pulmonar combinada. Por conseguinte, os doentes com DPOC que apresentem tosse ou outros sintomas devem ser tratados com medicamentos adequados, sob a orientação de um médico, e revistos regularmente.