Não é necessário que a paciente se dirija ao hospital para verificar a existência de atrofia muscular espinhal após a gravidez, porque a atrofia muscular espinhal é uma doença autossómica recessiva e, se houver uma história familiar de hereditariedade, é necessário dirigir-se ao hospital para verificar a existência de atrofia muscular espinhal.
A atrofia muscular espinhal é uma doença neuromuscular hereditária causada por uma função defeituosa da proteína SMN devido a uma mutação no gene 1 de sobrevivência do neurónio motor (SMN1), que é uma doença autossómica recessiva.
Se houver antecedentes familiares de atrofia muscular espinhal e se for portadora do gene defeituoso, recomenda-se a colheita de amostras de vilosidades coriónicas entre a 11ª e a 14ª semana de gravidez ou a amniocentese entre a 15ª e a 24ª semana de gravidez para analisar o líquido amniótico.
É importante notar que a biópsia das vilosidades coriónicas e a amniocentese têm uma pequena probabilidade de provocar um aborto espontâneo, pelo que é importante manter uma boa atitude e cooperar com o médico. Durante a gravidez, é importante consumir muitos legumes e frutas frescas para repor os nutrientes.
Se o paciente descobriu a atrofia muscular espinhal, dirija-se ao hospital a tempo, sob a orientação de médicos profissionais, siga as instruções do médico, para não atrasar a condição.