A esperança de vida de um doente de 65 anos com enfarte cerebral varia entre horas e décadas, com grandes diferenças individuais em função da gravidade do enfarte cerebral, das intervenções médicas e do estado físico subjacente. 1) Gravidade do enfarte cerebral: os doentes com enfarte cerebral de grandes dimensões ou enfarte em partes importantes do cérebro, como o enfarte do tronco cerebral, podem morrer em poucas horas devido a edema cerebral maligno, hérnia cerebral e insuficiência respiratória e circulatória central, ao passo que os doentes com enfarte cerebral de pequenas dimensões podem viver de vários anos a várias décadas. 2) Intervenção médica: O tratamento precoce com trombólise intravenosa e trombólise arterial pode melhorar significativamente o prognóstico dos doentes, reduzir a mortalidade, prolongar a esperança de vida ou mesmo não afetar a esperança de vida; enquanto que os doentes que não foram submetidos aos tratamentos acima referidos podem ter um mau prognóstico ou sequelas graves, podendo posteriormente morrer de complicações como pneumonia, úlceras de pressão e trombose venosa profunda, com uma esperança de vida que varia entre alguns meses e alguns anos. 3. estado físico subjacente: tabagismo e abuso de álcool a longo prazo, combinados com uma variedade de doenças (como diabetes mellitus, hipertensão, doença renal, doença cardíaca coronária, doença pulmonar crónica, etc.) o prognóstico é pior, e o período de sobrevivência também pode ser afetado, e a sobrevivência pode ser de vários anos. Os doentes devem procurar assistência médica imediata se sentirem algum desconforto, e um tratamento precoce e normalizado sob a orientação de um médico, de modo a prolongar a sua vida o mais possível.