Um espaço quístico na cauda do pâncreas é benigno ou maligno?

A maioria das ocupações quísticas na cauda do pâncreas são benignas, mas existe a possibilidade de malignidade. Existem tumores benignos e malignos de ocupações quísticas na cauda do pâncreas e a necessidade de tratamento relevante deve ser decidida de acordo com o tamanho e a natureza das ocupações quísticas no pâncreas, as comorbilidades e a condição física do doente. Se a ocupação quística for inferior a 1 cm, se o tumor maligno não for considerado de momento e se não houver complicações ou sintomas graves, recomenda-se a realização de uma ecografia ou de uma ressonância magnética do pâncreas em cerca de 3-6 meses para observação regular. Se a massa quística for maior do que 1-2 cm, recomenda-se que se melhore a ressonância magnética para clarificar a natureza da massa quística. A gastroscopia por ultra-sons também pode ser realizada para puncionar o quisto pancreático e a patologia pode ser realizada para determinar a causa da ocupação quística. Quer sejam benignas ou malignas, as ocupações quísticas na cauda do pâncreas devem ser levadas a sério quando se encontra uma cauda pancreática ou um tumor pancreático. Recomenda-se melhorar ativamente os exames relevantes sob a orientação do médico para ajudar a determinar a natureza do tumor, que pode exigir tratamento cirúrgico, se necessário. Quando se transforma num tumor maligno, é altamente maligno, propenso a infiltrações locais e metástases, e tem um mau prognóstico, pelo que deve ser tratado de acordo com os conselhos do médico e com uma revisão regular.