Uma laringite crónica, uma doença infecciosa do trato respiratório superior, é a causa mais comum de catarro na garganta e requer um exame cuidadoso por um especialista para detetar hiperplasia folicular linfática crónica na nasofaringe e faringe e amígdalas aumentadas. Se estas alterações estiverem presentes, considera-se que se trata de uma tosse laringogénica. Nesta altura, é necessário evitar a utilização de pastilhas, uma vez que estas tendem a agravar os sintomas de tosse localizada e a sensação de corpo estranho, o que não favorece a tosse e a expetoração. A tosse com catarro na garganta é mais provável de ocorrer no outono, quando as vias respiratórias perdem muita água, o que provoca secura e comichão na garganta e uma tosse fraca. Os doentes são aconselhados a beber muita água quente e a falar menos para evitar o agravamento dos sintomas de uma garganta seca, que pode levar a uma garganta seca, tosse fraca e outro desconforto associado.