A esclerose tuberosa é uma doença hereditária, que envolve frequentemente múltiplos sistemas, o prognóstico é geralmente mau e o seu tratamento inclui principalmente a terapia medicamentosa e o tratamento cirúrgico. 1. terapia medicamentosa: A esclerose nodular geralmente apresenta danos neurológicos antes que a terapia medicamentosa geral seja considerada. Os danos neurológicos são principalmente epilepsia, sendo os espasmos infantis os mais comuns, pelo que são necessários fármacos antiepilépticos, como o ácido aminocapróico e a hormona adrenocorticotrópica, etc. Também estão disponíveis medicamentos direccionados, como a rapamicina e o sirolimus. 2. cirurgia: Para a epilepsia intratável que não é bem controlada por medicação, pode ser considerada a cirurgia, como a ressecção de lesões epilépticas focais e a estimulação do nervo vago. A ressecção cirúrgica também pode ser efectuada na presença de neurofibromas gigantes da pele. O tratamento da esclerose tuberosa é uma abordagem holística e a opinião do médico assistente local deve ser respeitada.