A sífilis geralmente não é tratada com eritromicina, e recomenda-se seguir as instruções do médico para a medicação para evitar atrasos. A penicilina é a primeira escolha para o tratamento da sífilis, e os medicamentos alternativos são a ceftriaxona, a doxiciclina, o cloridrato de tetraciclina e a eritromicina pode ser utilizada como substituto da penicilina em mulheres grávidas alérgicas à penicilina, mas a eficácia do tratamento é fraca e a taxa de resistência é elevada, pelo que se recomenda o reforço do acompanhamento clínico e serológico. A roxitromicina pertence aos antibióticos macrólidos, que são antibióticos de largo espetro. De acordo com as instruções de utilização do medicamento, é principalmente adequado para infecções causadas por Streptococcus pyogenes, Mycoplasma pneumoniae, Chlamydia e outras bactérias sensíveis, e é ineficaz no tratamento da sífilis, não sendo utilizado por rotina no tratamento da sífilis. A sífilis pode provocar lesões em vários órgãos e até pôr a vida em risco. Por conseguinte, uma vez efectuado um diagnóstico claro, recomenda-se que o tratamento seja rigorosamente seguido para evitar o agravamento da doença.