Características da hipertensão maligna

A hipertensão maligna caracteriza-se por um aumento súbito e acentuado da pressão arterial, que pode ser acompanhado de insuficiência cardíaca, cerebral, renal e de outros órgãos vitais. A hipertensão maligna, também conhecida como emergência hipertensiva, é uma situação em que a tensão arterial de um doente hipertenso pode ultrapassar 180/120 mmHg sob a influência de determinados factores desencadeantes e é acompanhada de insuficiência cardíaca, cerebral, renal e de outros órgãos vitais. Nalguns doentes, a situação desenvolve-se rapidamente e a pressão arterial diastólica pode persistir ≥130 mmHg, acompanhada de dores de cabeça, visão turva, hemorragia do fundo do olho, manifestações de danos renais. A hipertensão maligna é crítica e deve ser procurada atenção médica imediata. A redução atempada da pressão arterial é crucial e podem ser utilizados fármacos como o nitroprussiato de sódio e a nitroglicerina, conforme prescrito pelo médico. Os doentes com tensão arterial elevada devem tomar a medicação atempadamente e efetuar exames regulares, conforme prescrito pelo médico, e procurar assistência médica imediata se ocorrer algum dos sintomas acima referidos.