Se tiver um espinho na unha que não possa ser removido, recomenda-se que se dirija ao hospital e que o espinho seja removido por um profissional.
Após desinfeção local por médicos profissionais, é possível remover a farpa cirurgicamente. No entanto, por vezes, após a anestesia local, a farpa pode deslocar-se da área local para outras partes do corpo, dificultando a operação. Neste caso, a farpa pode não ser removida durante algum tempo, para que possa ser descarregada através da reação do corpo estranho ou formar fibrose, e a farpa só pode ser removida após a adesão fibrosa formada pelos tecidos circundantes fixar a farpa.
Após a remoção da lasca, pode aparecer vermelhidão, inchaço, calor, dor e pus na área perfurada, pelo que a ferida deve ser limpa, mudada, desinfectada com volts de iodo e depois enfaixada com gaze esterilizada, e depois desinfectada todos os dias para esperar que a ferida seja reparada naturalmente.
Se não conseguir retirar a lasca da unha, deve dirigir-se atempadamente ao hospital para que o pessoal médico a retire cirurgicamente e a trate com medicamentos.