Os alarmes do monitor cardíaco podem ser vistos quando a tensão arterial, a frequência cardíaca, a saturação de oxigénio e a respiração não estão estáveis e têm de ser tratados atempadamente.
1) O alarme do monitor é definido de acordo com as necessidades clínicas, por exemplo, quando a tensão arterial é elevada, a tensão arterial sistólica é superior a 180 mmhg, a tensão arterial diastólica é superior a 110 mmhg ou a tensão arterial sistólica baixa é inferior a 90 mmhg, a tensão arterial diastólica é inferior a 60 mmhg, o que é fácil de causar tonturas, desmaios, o monitor cardíaco aparece frequentemente como um alarme, neste momento, a tensão arterial tem de ser tratada a tempo.
2 – Quando a frequência cardíaca desce abaixo dos 50 batimentos por minuto ou aumenta acima dos 100 batimentos por minuto, podem aparecer sintomas hemodinâmicos óbvios, o doente manifesta-se frequentemente como palpitações, desconforto, necessita de tratamento atempado, o monitor cardíaco também aparece frequentemente em alarme.
3) Quando a saturação de oxigénio no sangue é inferior a 90%, sugere frequentemente que o corpo humano é hipóxico e que outros órgãos com fornecimento insuficiente de oxigénio, observados sobretudo em doentes com doença pulmonar obstrutiva crónica e doenças cardíacas, necessitam de oxigénio atempado e de um ventilador não invasivo para manter o tratamento, alarme do monitor cardíaco.
4) Quando a respiração é demasiado lenta do que 12 vezes por minuto ou demasiado rápida do que 20 vezes por minuto, pode ocorrer dispneia, o que afecta o fornecimento eficaz de sangue aos pulmões.
Se houver um alarme de monitorização, dirija-se ao médico a tempo de evitar atrasar a situação.