Não existe um valor exato para o valor normal da PCR sanguínea de rotina, que está relacionado com a forma de análise e o instrumento, e o seu intervalo aproximado é de cerca de 0-10mg/L. A PCR no sangue refere-se à proteína C-reactiva, que é uma proteína que se eleva acentuadamente no plasma quando o organismo sofre uma infeção ou lesão tecidular, e pode aumentar eficazmente a fagocitose do complemento e dos fagócitos, de modo a eliminar vários microrganismos patogénicos e células tecidulares danificadas, sendo um indicador sensível que reflecte o estado inflamatório do organismo. Em circunstâncias normais, o teor de proteína C-reactiva no plasma humano é relativamente baixo, cerca de 10mg/L ou menos, mas se ocorrer uma infeção bacteriana aguda, isquemia local ou danos nos tecidos, as células do fígado sintetizarão uma grande quantidade de proteína C-reactiva, o que levará a um aumento acentuado dos indicadores de PCR em poucas horas. No entanto, a PCR sanguínea pode ser utilizada numa vasta gama de casos, e muitas doenças auto-imunes podem também levar a um aumento significativo da proteína C-reactiva, como a artrite reumatoide, o lúpus eritematoso sistémico, etc. Por conseguinte, o doente deve fazer uma avaliação exaustiva da situação com a ajuda do médico, em combinação com outras condições médicas.