O efeito prognóstico do cancro da mama está intimamente relacionado com a gravidade da doença e tem pouco a ver com o número de tratamentos de quimioterapia, pelo que seis tratamentos de quimioterapia para o cancro da mama não garantem a cura da doença. De um modo geral, quanto mais cedo for detectado o cancro da mama, melhor será o efeito do tratamento e mais elevada será a taxa de sobrevivência a 5 anos. Verifica-se que o tratamento do cancro da mama está mais relacionado com o grau de desenvolvimento da doença. O número de tratamentos de quimioterapia para diferentes doenças não é certo, pelo que não há garantias de que a doença fique curada após 6 tratamentos de quimioterapia. A quimioterapia é um tratamento importante para o cancro da mama, mas é utilizada principalmente como meio adjuvante, sendo o método principal a cirurgia. Em segundo lugar, deve notar-se que, durante a quimioterapia pós-operatória, os doentes são propensos a cardiotoxicidade, supressão da medula óssea, reacções gastrointestinais, reacções alérgicas, etc., pelo que é necessário fazer um bom trabalho de convalescença. A quimioterapia refere-se à utilização de medicamentos citotóxicos para matar as células cancerígenas, sendo os medicamentos mais utilizados a doxorrubicina, o docetaxel, o paclitaxel, etc. Recomenda-se a utilização dos medicamentos de acordo com a prescrição médica.