A apresentação clínica do plasmocitoma isolado é caracterizada por uma massa esquelética localizada com dor. O plasmocitoma isolado é um tumor maligno raro de células plasmáticas com características patológicas de infiltração de células plasmáticas em proliferação clonal, representando cerca de 2% a 10% de todos os tumores de células plasmáticas, incluindo o plasmocitoma isolado do osso e o plasmocitoma extramedular, sendo o primeiro mais comum. O plasmocitoma ósseo isolado manifesta-se sobretudo como uma destruição óssea única, observada maioritariamente no eixo central do osso, como a coluna vertebral, a pélvis, etc., e a idade de prevalência é, em média, de 55 anos. Os sintomas específicos estão relacionados com o local de início da doença, e as suas principais manifestações clínicas devem-se sobretudo à dor causada pela destruição do osso, ou aos sintomas de compressão da medula espinal ou das raízes nervosas causadas pelo inchaço e pelo envolvimento do corpo vertebral. O plasmocitoma extramedular refere-se a tumores de células plasmáticas que se originam fora da medula óssea e dos ossos. Ocorre sobretudo na cabeça e no pescoço, especialmente no trato respiratório superior, e os locais mais comuns incluem a cavidade nasal, os seios paranasais, a nasofaringe, as amígdalas, etc. Os sintomas clínicos incluem congestão nasal, epistaxe (hemorragia nasal), rouquidão, hemoptise, lacrimejo, inchaço facial, perda do olfato, dispneia, etc., sendo a congestão nasal e a epistaxe as mais comuns. Se houver alguma anomalia ou suspeita de diagnóstico confirmado de plasmocitoma isolado, recomenda-se que se dirija a hospitais regulares para uma avaliação exaustiva do estado, diagnóstico da doença através de vários meios e cooperação com o tratamento de acordo com as instruções do médico, de modo a evitar atrasos no estado.