A insulina pode ser levada a bordo, mas há que ter em atenção os seguintes pontos: em primeiro lugar, se a insulina for colocada na bagagem e registada com a bagagem quando se viaja de avião, é provável que a insulina falhe devido à baixa temperatura. Em segundo lugar, quando se trata de poupar insulina, os doentes são aconselhados a levar consigo a insulina, as seringas e as receitas médicas para evitar problemas desnecessários. Mais uma vez, a temperatura na cabina não é muito elevada durante o voo, pelo que não há necessidade de se preocupar, desde que a temperatura não ultrapasse os 30°C. Quanto à insulina, não é necessário voltar a colocar a insulina no frigorífico depois de abrir a caneta, porque quando a agulha não é retirada, a expansão e contracção térmicas da insulina atraem o ar e formam bolhas, o que resulta em injecções imprecisas e numa glicemia instável. Para a insulina não aberta, recomenda-se que seja armazenada no frigorífico a 2-8°C. É de notar que não deve ser armazenada no congelador a 0°C ou menos. Como a insulina é uma proteína de molécula pequena, o efeito hipoglicemiante será destruído após o congelamento. Se não houver frigorífico, deve ser conservada num local fresco e não deve ser armazenada durante muito tempo.