O abrandamento do ritmo cardíaco após deixar de fumar não tem nada a ver com o facto de deixar de fumar em si; pode ser uma doença patológica ou um fenómeno fisiológico. O primeiro é comum em doenças coronárias, perturbações do metabolismo dos electrólitos, hipotiroidismo, arritmias, etc. O segundo é comum em atletas e idosos.
Deixar de fumar pode reduzir os danos provocados pelas substâncias tóxicas nos pulmões e também reduzir a probabilidade de eventos cardiovasculares, pelo que é bom para a saúde. Deixar de fumar, por si só, não causa um batimento cardíaco lento. Se ocorrer um batimento cardíaco lento, recomenda-se que se dirija ao departamento de cardiologia do hospital para esclarecer a causa.
Se for causada por doenças patológicas, deve ser identificada a causa primária, como doença coronária, perturbação do metabolismo dos electrólitos, hipotiroidismo, arritmia e outras condições. A doença primária deve ser tratada e, ao mesmo tempo, podem ser administrados comprimidos de atropina e cardioplegia para a frequência cardíaca lenta. Um abrandamento grave do ritmo cardíaco pode exigir a implantação de um pacemaker.
O abrandamento da frequência cardíaca também pode ocorrer em condições fisiológicas, como a bradicardia sinusal, que é comum em idosos e atletas. O abrandamento fisiológico do ritmo cardíaco é frequentemente assintomático e não requer tratamento, mas é aconselhável visitar regularmente o departamento de cardiologia do hospital para avaliar a evolução da doença.
Em caso de desconforto, deve procurar assistência médica e seguir as instruções do médico.