A hiperplasia atípica do endométrio, também conhecida como hiperplasia atípica endometrial, é regulada em função da idade da doente. As doentes mais jovens com necessidades de fertilidade podem ser tratadas com progesterona, enquanto as doentes mais velhas sem necessidades de fertilidade podem ser tratadas com histerectomia.
A hiperplasia endometrial atípica é uma biopsia patológica do endométrio que indica a possibilidade de lesões pré-cancerosas. Para as doentes com menos de 40 anos de idade que têm necessidades reprodutivas, pode ser administrada uma terapêutica com progesterona de alta potência, como o acetato de medroxiprogesterona e a medroxiprogesterona. A cada 3-6 meses, as lesões endometriais serão revistas através de histeroscopia para verificar se foram revertidas, sendo também necessárias revisões regulares para evitar a recorrência da doença.
Em doentes com hiperplasia endometrial atípica com mais de 40 anos e sem necessidade de engravidar, a histerectomia é eficaz na prevenção do cancro do endométrio, e as mulheres que não estão na menopausa podem ter os ovários preservados.
Se for detectada uma hiperplasia endometrial atípica, a mulher deve dirigir-se ao hospital para receber tratamento regular, em vez de regular o seu estado de saúde a nível privado.