Não existe informação oficial sobre quantos anos são necessários para que a quimiotaxia intestinal se transforme em ectasia, podendo ser alguns anos, ou uma dúzia ou algumas décadas, o tempo exato varia de pessoa para pessoa. A quimiose intestinal refere-se à quimiotaxia epitelial intestinal, ou seja, o processo de substituição do epitélio da mucosa gástrica por células epiteliais intestinais, e a ectodermia refere-se à hiperplasia ectodérmica, ou seja, lesões proliferativas. Atualmente, não existe informação autorizada relevante para especificar a epitelização intestinal para a hiperplasia heterotrófica até alguns anos, não é clara, precisa de ser baseada na situação real, não pode ser generalizada, existe uma variabilidade individual óbvia. Em geral, a hiperplasia epitelial intestinal pode demorar alguns anos, mais de dez anos, ou mesmo décadas a evoluir para hiperplasia alopática, o tempo específico está relacionado com a qualidade física de cada pessoa, a sua condição, os métodos de tratamento e outros factores. A hiperplasia epitelial intestinal é frequentemente associada a gastrite crónica, especialmente gastrite atrófica. Se não for tratada adequadamente, o desenvolvimento de hiperplasia epitelial intestinal grave pode evoluir para cancro gástrico precoce. Em suma, quando os doentes são examinados para detetar a existência de hiperplasia epitelial intestinal, têm de cooperar ativamente com os médicos para o tratamento, de modo a não atrasar o seu estado, e, normalmente, melhorar os seus maus hábitos e fazer o acompanhamento atempado.