O fibrinogénio é medido por ensaios imunoturbidimétricos e de protrombina, com um valor normal de 2 a 4 g/L. Acima do normal, quanto mais elevado for o valor, mais grave é a situação. O fibrinogénio é sintetizado pelo fígado e é um tipo de fator de coagulação. O fibrinogénio ajuda a agregação plaquetária, promove o crescimento e a contração do músculo liso, etc., acelera a viscosidade do sangue e acelera a agregação dos glóbulos vermelhos e a trombose. O aumento do fibrinogénio pode ser observado em infecções, queimaduras, tumores, hipertensão, hiperlipidemia, tuberculose, miocardite infecciosa, septicemia e endocardite. Quanto mais elevado for o valor de fibrinogénio, maior é a probabilidade de ocorrer uma doença trombótica. Acompanhado de hiperlipidemia, pode desencadear trombose cerebral ou levar o doente a desenvolver doença coronária ou angina de peito. Um aumento do fibrinogénio indica que o organismo se encontra num estado de hipercoagulabilidade, o que o torna muito suscetível a acidentes cardiovasculares e cerebrovasculares, exigindo uma vigilância redobrada. Deve ser realizada uma consulta médica imediata para identificar a causa do problema e o tratamento deve ser administrado atempadamente.