Os ecos fracos e fortes na ecografia não estão necessariamente relacionados com bom ou mau. O eco na ecografia refere-se ao grau de atenuação da ecografia. Diferentes densidades de tecido terão diferentes níveis de atenuação, resultando em ecos inconsistentes. Ecos mais fortes significam tecido mais denso e ecos mais fracos significam tecido menos denso. Os ecos de ultra-sons comuns são hipoecóicos, isoecóicos, hipoecóicos, ecos fracos e anecóicos. Por exemplo, algumas calcificações hepáticas, cálculos e lesões antigas serão hipoecóicos, enquanto outros, como tumores, lesões quísticas e edema, serão hipoecóicos, mas não é possível fazer uma generalização. Por conseguinte, para saber se uma ecografia hiperecóica ou hipoecóica é boa ou má, é necessário combiná-la com outros exames imagiológicos ou com uma biopsia de tecido patológico para esclarecer a natureza da lesão.