Os efeitos secundários mais graves da talidomida

A talidomida é um imunossupressor, com efeitos secundários graves como a teratogénese fetal, acidentes vasculares cerebrais e paragem cardíaca, variando os efeitos secundários mais graves de pessoa para pessoa.
A talidomida tem efeitos imunossupressores e imunomoduladores e é utilizada para controlar a reatividade tumoral da lepra, sendo por vezes utilizada clinicamente sem receita médica para o lúpus eritematoso sistémico, a leucoaraiose e o mieloma múltiplo.
Os efeitos secundários da talidomida incluem secura das membranas mucosas da boca e do nariz, letargia e sonolência, erupção cutânea, obstipação, náuseas, etc. Os efeitos secundários graves incluem acidente vascular cerebral, insuficiência cardíaca, paragem cardíaca, necrólise epidérmica tóxica, insuficiência renal aguda e teratogenicidade fetal. Os efeitos secundários mais graves têm uma variabilidade individual e não podem ser previstos, pelo que os indicadores devem ser cuidadosamente monitorizados durante a utilização.
A talidomida está contra-indicada em mulheres grávidas, lactantes, crianças e pessoas com reacções alérgicas. O medicamento deve ser utilizado sob controlo médico e em estrita conformidade com as instruções do médico e, em caso de desconforto na utilização do medicamento, consultar imediatamente um médico.