Se a febre da criança não baixar após a administração de antipiréticos, pode dever-se a uma utilização irregular dos medicamentos, a um início lento da medicação, a uma desidratação, a uma infeção grave, etc. A causa deve ser identificada atempadamente e deve ser administrado um tratamento sintomático.
O uso de medicamentos não é normalizado: por exemplo, a dose do medicamento é insuficiente, é difícil atingir a concentração terapêutica, o que resulta numa temperatura persistente.
Início lento da medicação: devido às diferenças físicas e de estado de cada indivíduo, a medicação pode demorar diferentes períodos de tempo a atuar e, em alguns casos, pode demorar cerca de uma hora até que a febre diminua.
Desidratação: A desidratação dificulta a transpiração do corpo, resultando numa temperatura persistente que não desce. É necessário reidratar atempadamente, medir frequentemente a temperatura corporal e observar as alterações do estado.
Infecções graves: Por exemplo, sepsia, miocardite e outras doenças, os bebés terão febre repetida e é difícil que a temperatura do corpo desça ao normal.
Dificuldade em reduzir a febre devido a outras doenças: como a doença de Kawasaki, mononucleose infecciosa e outras doenças.
As crianças que tomam medicamentos antipiréticos não reduzem a febre, pode haver outras razões, recomenda-se ir ao hospital em tempo útil, melhorar o exame para esclarecer a causa da doença, sob a orientação do médico para dar tratamento ou tratamento direcionado.