Em geral, a colocação electiva de stent cardíaco tem pouco impacto na esperança de vida dos doentes, com uma sobrevivência que varia entre alguns anos e várias décadas, sendo que a colocação de stent corretivo resulta numa diminuição da sobrevivência e do prognóstico. A colocação de stent cardíaco, ou intervenção coronária percutânea, é um procedimento minimamente invasivo comummente utilizado na prática clínica para tratar a isquémia do miocárdio devida a estenose da artéria coronária. A cirurgia electiva após uma avaliação exaustiva pode aliviar eficazmente os sintomas de isquémia do miocárdio, e a tolerância ao exercício e a qualidade de vida dos doentes melhoram significativamente. No entanto, quando a intervenção é um procedimento corretivo, a probabilidade de complicações pós-operatórias, tais como reinfarto e trombose intra-stent, aumenta consideravelmente e a sobrevivência do doente pode ser reduzida de forma mais significativa. É de salientar que tanto a cirurgia electiva como a correctiva requerem um controlo rigoroso da glicemia, dos lípidos e de outros indicadores bioquímicos, cuja elevação aumenta o risco de complicações pós-operatórias. Só com uma dieta razoável e uma rotina regular se pode maximizar o efeito terapêutico do stent e prolongar a sobrevivência do doente. Em caso de desconforto, é aconselhável dirigir-se imediatamente ao hospital e seguir as indicações do médico.