Após a histeroscopia, a dismenorreia é muito forte, principalmente devido à estimulação cirúrgica do músculo liso do útero, à ocorrência de aderências na cavidade uterina e à ocorrência de infeção na cavidade uterina e outras razões. A cirurgia histeroscópica estimula o músculo liso do útero, causando espasmos no músculo liso, o que facilita a ocorrência de dismenorreia. A aplicação de compressas quentes adequadas no abdómen pode melhorar lentamente a situação. As aderências na cavidade uterina ocorrem devido à colagem do endométrio após a cirurgia, o que também pode causar dismenorreia. Os sintomas são graves e é necessária uma intervenção cirúrgica para separar as aderências. Infeção da cavidade uterina significa que a cavidade uterina está infetada devido à cirurgia, ou que existe uma infeção secundária da cavidade uterina devido ao coito após a cirurgia, o que também pode causar dismenorreia. Normalmente, são necessários medicamentos anti-inflamatórios, como a amoxicilina. Se a dismenorreia for grave, deve dirigir-se ao hospital, efetuar um exame adequado para esclarecer a causa específica e, sob a orientação do médico, evitar atrasar o tratamento.