Normalmente, não é possível determinar o estádio da doença renal crónica com base apenas na creatinina sanguínea de 163 μmol/L. A fase da doença renal crónica é geralmente avaliada com base na taxa de filtração glomerular.
A creatinina é o produto final do metabolismo da creatina no tecido muscular. A creatinina não se liga às proteínas do sangue e pode passar livremente através do glomérulo, que é o indicador mais utilizado para refletir indiretamente a função de filtração glomerular. Quando a filtração glomerular está comprometida, a creatinina sérica do organismo pode estar elevada, sugerindo a presença de insuficiência renal.
Os valores normais da creatinina variam entre 44 e 97 μmol/L para as mulheres e 53 e 106 μmol/L para os homens, sendo que um nível de creatinina de 163 μmol/L sugere uma função renal comprometida. Clinicamente, os dados laboratoriais, como a ureia e a creatinina, são habitualmente utilizados, combinados com informações como o sexo, a idade e a etnia do doente, para calcular a taxa de filtração glomerular através de várias fórmulas, de modo a avaliar a doença renal crónica.
Por conseguinte, com base apenas na creatinina 163μmol/L, normalmente não é possível determinar o estádio da doença renal crónica, sendo necessários mais testes da função renal. Se verificar que o seu nível de creatinina está elevado, recomendamos que se dirija a um hospital regular para uma consulta imediata, complete o exame para identificar a causa da doença e, em seguida, faça um tratamento específico sob a orientação do médico.