A necessidade de hospitalização para a remoção de um tubo em T colocado após uma anastomose bilioentérica tem de ser analisada especificamente de acordo com o estado do doente. Se o doente tiver estenose das vias biliares ou desenvolver cálculos biliares, a hospitalização é necessária; se não houver cálculos biliares ou estenose das vias biliares, etc., a hospitalização pode não ser necessária. O objetivo da colocação de um tubo em T em doentes submetidos a cirurgia biliar e intestinal é principalmente drenar a bílis e apoiar as vias biliares. Antes de retirar o tubo em T, é necessário realizar uma ecografia abdominal de rotina ou um exame de TAC abdominal, principalmente para verificar se o doente tem cálculos nas vias biliares ou se existe estenose das vias biliares. Se o doente apresentar recidiva de cálculos biliares ou estenose das vias biliares, é necessário internamento hospitalar para a remoção do tubo em T. Caso contrário, o tubo em T pode ser removido diretamente em regime de ambulatório, sem internamento hospitalar. Se o doente não se sentir bem, deve dirigir-se atempadamente ao hospital e não deve ser descuidado, para não atrasar o tratamento.